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05.6 -  RADIAÇÕES ASTRAIS 

ASTROENERGÉTICA RADIAÇÕES ASTRAIS INFLUEM SOBRE O HOMEM

As radiações astrais, energias produzidas pelos astros e planetas, constituem objeto de estudo da biopsicoenergética. Tais energias influem diretamente sobre o corpo etérico humano, com repercussões posteriores na parte/somática dos indivíduos. Neste Caderno estudam-se também os "pulsos" energéticos dos vórtices, e os processos de deterioração das camadas etéricas - uma das causas do câncer.

 

BASEADO O CURSO DE BPE. DE LIVIO VINARDI CONDENSAÇÃO DA EQUIPE PLANETA

 

Astroenergética é a parte da biopsicoenergética que se ocupa das energias produzidas pelos astros e planetas. Embora o termo próprio e milenar fosse o de astrologia, a BPE (BioPsicoEnergética) apela a este novo vocábulo para caracterizar a ênfase energética do tema.

No campo científico corrente, são muito poucas as pesquisas publicadas sobre as energias astrais (fora das já, comuns que dizem respeito às radiações ultravioletas solares e outras, por exemplo). Trata-se sempre de estabelecer concretamente uma relação causa-efeito, possivelmente mensurável ou avaliável de alguma maneira através de aparatos ou instrumentos. A aparatologia científica atual surgiu como resultante de requisitos prévios e serve, portanto às finalidades para as quais foi concebida; não é, portanto, adequada para detectar ou investigar novos fenômenos ou processos que ocupam a mente dos pesquisadores. Estes últimos, seguindo a linha natural, irão paulatinamente formulando os novos requisitos que permitirão projetar e finalmente construir os instrumentos adequados.

 

De qualquer forma, é preciso destacar, entre outras, as pesquisas no campo das energias planetárias desenvolvidas na Itália pelo professor Giuseppe Bonfante, desde há muitos anos. Concretamente, e de forma experimental, ele logrou detectar uma relação causa-efeito entre as radiações da Lua e sua incidência na estrutura do elemento químico Ag (prata), através de sucessivas observações ao microscópio da estrutura superficial do metal, para distintas fases do referido satélite natural. Sem dúvida, trabalhos como estes representam um grande passo, e levam ao reencontro da antiga alquimia, já que a mesma postulou desde a mais remota antigüidade tal vínculo. Talvez, com o mesmo critério, possam-se determinar, no futuro, as relações entre outros astros e elementos (Marte-ferro; Mercúrio-mercúrio; Sol-ouro; Saturno-chumbo; Vênus-cobre; etc.).

 

Efeitos da energia astral

 

Sabe-se, por outro lado, que países altamente avançados tecnologicamente desenvolvem pesquisas astroenergéticas; mas como esse trabalho parece estar orientado para finalidades táticas, de segurança ou defesa, os passos e resultados são completamente secretos e, por conseguinte, inacessíveis a qualquer processo de informação.

Nessas circunstâncias, a BPE coloca algumas bases, resultantes de estudos e investigações aparatológicas, mas complementadas, às vezes, com o auxílio da percepção extra-sensorial.

Radiações astrais; sua repercussão no corpo etérico (Figura 1)

 

Todas as energias astrais produzem efeitos em seu plano homólogo, que. no caso do ser humano, são diversas partes da estrutura do conjunto que se denominou "astral interno": daí, por relação entre este conjunto e o corpo etérico, tem-se uma repercussão sobre este último. A inter-relação dá-se sempre por via dos vórtices (chacras) - neste caso, dos vórtices do astral interno para seus correspondentes do etérico.

Na Figura 1 ilustra-se, em "vista de corte", o conjunto das quatro camadas do corpo etérico, com os diferentes graus de densidade já mencionados no Primeiro Ciclo destes Cadernos.

 

A camada mais interna, que é também a de maior grau de densidade relativa, interpenetra e excede o soma ou organismo; na zona final ou mais externa do etérico (camada nº 4) tem-se a substância (ou energética) perietérica ou "combustível".

As setas desenhadas na zona perietérica indicam o sentido com que chegam as energias externas em geral, e, neste caso, as astrais em particular, após serem transferidas pela estrutura do astral interno (aura).

Ilustra-se também, sempre em "corte", um vórtice qualquer. Na zona central aprecia-se uma linha quebrada, que é a canalização da energia externa que se vai refratando sucessivamente. pelas mudanças de densidade ao transpassar as diferentes camadas, até que finalmente chega, através do talo, até a zona ou ponto final de inervação. É preciso destacar que parte da energia se vai canalizando no trajeto pelas espirais helicoidais ou intravorticianas.

 

Pela forma de certo modo "estriada" com que as energias externas se mobilizam ou atuam dentro dos vórtices, denominou-se-a estes impulsos "estriões".

Pelo que se pode verificar, os estriões possuem uma distinta velocidade de reiteração, ou, para dizer de outra forma, de valor de freqüência. Em cada vórtice pode-se dizer que existe uma certa "zona de ressonância" de freqüências, ou de aceitação de distintas componentes astrais ou energias externas; e, em cada caso, a repercussão quanto à freqüência dos referidos estriões varia.

 

Pulsos relacionados com os órgãos principais (Figura 2)

A determinação destes pulsos é resultado de prolongadas observações, e os valores dos pulsos ou estriões são básicos-promédios, dentro dos mais comuns ou "normais".

Dois pulsos ou estriões formam um ciclo; um deles produz um tipo de mobilização, e o outro, uma mobilização recíproca ou complementar. Dentro do ciclo total, cada pulso ou estrião ocupa necessariamente o mesmo lapso de tempo que o outro.

O mais alto valor de estriões, dentro dos ilustrados na Figura 2, é o da glândula pineal (por via do vórtice coronário), que é de 120 ciclos por segundo, aproximadamente; por outro lado, o valor mais baixo é o dos vórtices médios relacionados com o intestino delgado: 4 estriões por minuto.

 

Deterioração energética em casos de câncer

 

Também na terceira organização cerebral (coluna vertebral) verificamse estriões. Tomando-se o caso dos estriões que se produzem no vórtice cardíaco, por exemplo, a quantidade variável entre 130 e 160 por minuto (termo médio) implica a metade deste valor para uma ação, e a outra metade para uma ação recíproca complementar, como já foi dito. Isto determina uma freqüência que oscila entre 65 e 80 ciclos (de 2 estriões cada um); e tendo-se em conta tudo que foi dito, pode-se inferir que as batidas cardíacas (movimentos de sístole e diástole) estariam "marcadas" respectivamente por um e outro estrião sucessivo. No caso do vórtice cardíaco, os estriões possuem distinta duração, que é substancialmente igual à duração dos respectivos movimentos de sístole e diástole do coração. Assim, tanto os movimentos cardíacos corno os das outras zonas (movimentos peristálticos, por exemplo) estariam regulados ou "marcados" - pelo menos em sua freqüência e ritmo - por energias externas.

 

Os dados acima fornecidos Podem ser úteis para orientar a etiologia de certas disfunções orgânicas, por exemplo.

 

Variações das densidades relativas das camadas do corpo etérico

Por variadas causas, tanto orgânicas corno externas ou de habitat, as camadas do corpo eletromagnético ou etérico podem . sofrer alterações não apenas em sua espessura, mas também em sua densidade relativa.

Corno se indicou na Figura nº 1, as distintas camadas têm urna função prevalentemente "amortecedora", ou filtrante, das energias externas. Quando, por exemplo, diminui a densidade de alguma das camadas, as energias externas se projetam com 'excessivo impulso (por falta do devido amortecimento) ou então sem a devida seleção (por falta de filtragem), segundo de qual ou quais camadas se trate, podendo também ser uma combinação destes efeitos.

 

Como exemplo, a deterioração ou diminuição das duas camadas intermediárias (camadas 2 e 3 da Figura nº 1) é o que se pode apreciar em casos de câncer.

 

Em geral, pode-se afirmar que a diminuição da densidade relativa de uma ou mais camadas etéricas repercute negativamente no plano somático; pelo que as mesmas constituem uma espécie de envoltório protetor.

 

Deslocamento de vórtices (Figura nº 3)

Trata-se de uma anomalia funcional pela qual um vórtice determinado se desaloja de sua posição normal, orientando sua boca para uma outra zona do corpo etérico. Isto implica uma deformação do vórtice, e também uma alteração do caudal e do tipo de energia com que ele deve trabalhar.

 

Isto se observa principalmente nos casos em que um determinado vórtice opera decididamente de forma deficitária, e nem mesmo os vórtices auxiliares conseguem suprir minimamente a hipofunção do principal.

 

Em busca de outra fonte importante de absorção energética (dado que os aportes dos vórtices auxiliares não são suficientes), o vórtice principal se desloca dentro do campo próximo, e, se encontra uma energia substituta aproximada, fixa-se ali.

 

O resultado disso é uma operação com energia imprópria do vórtice deslocado, e, além disso, uma diminuição do fluxo ou caudal com que deve operar o vórtice bem aspectado.

 

Na Figura nº 3 dá-se um exemplo de vórtice de plexo solar deslocado em direção ao vórtice cardíaco.

 

A sintomatologia e repercussão no plano orgânico é variável, dependendo do grau de deslocamento e de absorção sobre o outro, assim como de que o processo seja mais ou menos estável ou intermitente.

 

Neste exemplo, é comum a manifestação de uma arritmia com um fundo de marcada hipovitalidade. Influênda das radiações geradas no corpo etérico (Figuras 4 e 5)

 

No quadro da Figura 4 tem-se uma finalidade simplesmente enunciativa das ordens de freqüências (ou longitudes de onda) das radiações que dizem respeito ao terceiro alimento existencial geradas por aparatos.

 

Trata-se de' equipamentos desenvolvidos e testados pelo professor Livio Vinardi; alguns deles serão tratados mais extensamente no último Caderno deste Ciclo.

 

 

 

 

 

 

 

Os diferentes bloqueios energéticos no etérico

 

O quadro da Figura 5 refere-se particularmente à forma de onda dos campos ou radiações geradas por aparatos, e sua incidência observada. Estas formas de onda devem.ser relacionadas com a Figura 2. Por exemplo, a forma de onda tipo "dente de serra" seria a mais adequada para intervir mais intensamente nos vórtices coronário e da hipófise, com os valores de estriões indicados como ponto de partida, e variar sobre tais pautas a freqüência e a intensidade de campo dentro de limites razoáveis, buscando os melhores resultados e com o necessário auxílio e controle médico.

 

Concatenação dos p/anos somático etérico – perietérico - astral interno (Figura 6)

 

Trata-se de um esquema didático. embora aproximadamente real. Tem-se o etérico que interpenetra e excede soma ligeiramente, logo em seguida perietérico ou energia "combustível" e, na projeção mais externa. o campo egóico ou "astral interno". No detalhe à direita, observa-se a concatenação de um vórtice (o coronário) etérico com seu correspondente no campo egóico.

 

 

 

Bloqueios energéticos - tipos e graus de intensidade (FIgura nº 7)

Ilustra-se o corte de uma zona do soma próxima à pele. logo em seguida as camadas do etérico e parte do perietérico; também um vórtice magno.

 

a) Opacidade:

Trata-se simplesmente de uma energia ambiental (ou algum resíduo próprio não devidamente expulsado). Está simplesmente depositado ou pouco aderido à superfície do perietérico. Isto é muito comum, sobretudo nos seres que habitam os ambientes congestionados ou de cidade. Não altera o desenvolvimento normal do indivíduo.

 

b) Bloqueio a nível perietérico:

A diferença em relação ao caso anterior é que aqui a energia espúria ou opacidade penetrou no campo perietérico, invadindo portanto uma 'zona. Seu efeito no metabolismo energético da zona pode ser entre leve e moderado; não chega a provocar uma alteração de função orgânica.

 

c) Bloqueio a nível de corpo etérico:

Neste caso a energia espúria invadiu o etérico, atuando em maior profundidade; transpassou o campo perietérico e penetrou uma ou mais camadas do etérico. No exemplo dado, supõe-se que ela não invadiu nenhuma zona de vórtice magno: mas, de qualquer forma, afetará vórtices grandes ou médios, segundo sua localização. Neste caso, manifesta-se já uma alteração funcional de grau relativamente variado (doenças, inchação, pele descolorida ou desvitalizada em alguma área, etc.).

 

d) Bloqueio muito severo:

Ilustra-se um bloqueio que chega a invadir e penetrar na zona de um vórtice magno. A energética (ou substância) bloqueante precisa ser então suficientemente intensa para vencer a natura: resistência do centro de força que é o vórtice. Neste caso já se observam alterações funcionais mais ou menos sérias e até graves, embora o vórtice não se bloqueie totalmente, coisa que é extremamente difícil. Quando isso acontecesse. o indivíduo morreria no ato. por falta do terceiro alimento existencial nesta zona.

 

 

 

 

 

Fonte: Lívio Vinardi - Planeta Especial -Energias da vida - Caderno Especial de Biopscoenergética

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